Beirut de comer e ouvir.

Aeeee, to de volta! Vamos aos fatos sanduichescos!

Hoje tivemos uma belíssima reunião no Trianon. Talvez seja impressão minha, mas ensaios ali pela Paulista sempre são produtivos e muito prazerosos. Quem sabe sejam as árvores, as pessoas e o silêncio ou apenas eu que precisava de um pouco de música pra salvar meu dia. Mas deixemos de divagações pessoais do Sr K e vamos ao resuminho.

Todo mundo no horário hoje. Cheguei um pouco atrasado e já estavam lá, aquecendo, tocando e trocando algumas notas. Transeuntes curiosos se aproximavam do grupo, mas como ainda estávamos só fazendo barulho desordenado, todos foram se dispersando. Passado o período Tenso, nos fechamos numa conchinha pra timidamente fazer o nosso ensaio acontecer.
O interessante foi que, naquele momento, estávamos fazendo uma música apenas pra nós. Mesmo assim, algumas pessoas foram se aproximando e entrando no grupinho, pra fazer parte da bagunça. Tocamos duas músicas até a chegada da Nina, com seu accordeon e ai sim, fizemos uma rodada completa, mas ainda tímida, pra acertar harmonia, vozes, afinação e etcs.
Algumas risadas, pirações e brisadas depois, abrimos a rodinha para finalmente tocar para os nossos espectadores aleatórios, mesmo que eles em alguns momentos não estivessem por ali. O mais interessante foi um moço Indiano que nos ouviu duas vezes e ficou cantando tímido ali, enquanto sorria ao reconhecer as músicas. Assim que teve a oportunidade, veio falar conosco, sobre o quanto ficou encantado em vir para o Brasil e achar pessoas tocando Beirut na rua. Uma surpresa e honra muito agradáveis pra ele e principalmente pra nós. Tivemos também a participação de um senhor accordeonista, já bem velinho, que ficou interessado pela Nina, pedindo para experimentar o instrumento e sentir o som dele. Dai, fomos presenteados com uma boa leva de músicas brasileiras e até uma composição própria que tentamos acompanhar no improviso da melhor maneira possível.
Mais um pouco e chega Lira, nossa mais nova integrante com seu sax alto. Conseguimos uma tuba improvisada. Tínhamos o cavakolele e agora um sax fazendo os baixos. Quem n tem cão, caça com gato! Posso afirmar que dá certíssimo! Repetimos todas as músicas uma tercêira vez, mas fomos interrompidos pela chuva (De novo!). Debandados pro masp, passamos tudo uma última vez, antes de ficar acertando os sopros e outros detalhes.

Terminado o ensaio, começa a procura de comida e um lugar seco e mais quente para podermos conversar sobre as músicas, projetos, comida, New-andertais, música pré-histórica e outros bichos ululantes. Como já bem disse Robs numa outra oportunidade, o Beirutando não é tanto o ensaio, mas a conversa que acontece depois dele. E bem, não posso discordar disso. Acho que essa chega a ser a parte mais engraçada do dia. Mas falar que os ensaios em si, não são hilários é pedir pra apanhar também.

Bem, é isso, volto semana que vem com mais novidades.

K.

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~ por Beirutando em 1 de junho de 2009.

2 Respostas to “Beirut de comer e ouvir.”

  1. New-andertais, hahahaha… Adoro as sacadas desses caras! =D

  2. ^^

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